Egodistónicos

 

Um olhar pessoal sobre a problemática da homossexualidade (egodistónica): sua causa e possível cura.

 

 

 

Apresentação

 

Bem-vindo ao site Egodistónicos.

Este site tem por objectivo esclarecer, informar e prestar algum conforto e apoio afectivo a todos quantos sofrem com a problemática da homossexualidade egodistónica.

Antes de mais, gostaria de deixar bem claro alguns pontos importantes de forma a evitar mal-entendidos e que a minha caixa de correio electrónico seja bombardeada com mensagens idiotas, histéricas e desprovidas de qualquer bom senso ou conteúdo argumentativo que contribua para o debate informado e se possível não sectário deste tema:

 

1)     o autor deste site considera-se agnóstico, laico, republicano e democrata;

2)     o autor deste site sofre da problemática anunciada e como tal sabe do que fala;

3)     o autor deste site não pretende contribuir de modo algum para a discriminação, intolerância, humilhação, perseguição ou agressão das pessoas habitualmente associadas àquilo que passou a ser corrente designar-se «comunidade GLBT»;

4)     o autor deste site pretende tão somente dar a conhecer a sua opinião pessoal sobre esta problemática e fundamentá-la sempre que possível em factos e estudos de carácter científico; decorre desta intenção clara que seja possível, contudo, que algumas das opiniões aqui expressas possam desagradar ou incomodar algumas pessoas pertencentes à referida «comunidade GLBT», especialmente aos seus ideólogos e activistas mais empenhados na aceitação da causa e das suas legítimas aspirações;

5)     este site destina-se primeiramente aos indivíduos que, como o autor, se sentem infelizes e/ou perturbados com a sua orientação sexual, isto é, com os seus sentimentos indesejados de carácter homossexual; serão igualmente tidos em conta outros aspectos da sexualidade humana, nomeadamente no domínio das perturbações de identidade de género, parafilias e disfunções sexuais diversas;

6)     este site pretende igualmente dar a conhecer os principais estudos efectuados a nível mundial nas áreas de genética e neurobiologia que visam identificar as causas e os mecanismos que determinam a orientação sexual das pessoas (e por extensão, as outras componentes da sexualidade já referidas), pré-requisito essencial para o desenvolvimento de um método terapêutico de conversão / reorientação sexual, seguro e eficaz, para todos aqueles que anseiam pelo dia em que tal mudança seja possível e com esta a supressão completa dos sentimentos indesejados de carácter homossexual; a disponibilização desta informação serve assim o propósito singelo de manter viva a esperança num tratamento que harmonize e ponha em sintonia a razão, com os seus princípios, e a emoção, com os sentimentos que a razão não tolera nem reconhece, mecanismo este que está no cerne da clivagem pessoal e do conflito interior entre aquilo que o indivíduo é e aquilo que ele gostaria de ser.

 

 

Introdução

 

Como já foi referido, este site destina-se primeiramente a todos os homossexuais egodistónicos, aqueles que constituem essa minoria silenciosa e esquecida; aqueles a quem não lhes é estranha a experiência (quase) diária da dor, da tristeza, da amargura, do sentimento de revolta e de injustiça associados à vivência de uma condição que não desejaram para si, uma condição que é percepcionada pelos próprios como um infortúnio, uma doença, uma séria limitação à felicidade e realização pessoais, uma condição ditada pela lotaria genética, que premeia uns e castiga outros, consoante as combinações de As, Cs, Gs e Ts que cabem em sorte a cada um, no momento da concepção.

 

O que significa o termo egodistónico? Significa que uma pessoa apresenta uma característica que não desejaria ter, que a torna infeliz, que vai contra os seus desejos e aspirações mais profundas. Como é do conhecimento geral, o ser humano é composto de razão e emoção («coração», como se diz em linguagem corrente). Quando estes dois sistemas entram em conflito – nomeadamente quando o sistema de valores e crenças pessoais (razão) entra em conflito com as tendências naturais e instintivas da pessoa (emoção) – estamos em presença de um egodistónico. Isto aplica-se a qualquer característica ou condição, física ou mental, nos quais se incluem, entre outros, a insatisfação com determinada particularidade física (exemplos: altura, peso, tamanho dos seios ou do pénis, forma do nariz ou das orelhas, etc.) ou qualidade pessoal (exemplos: ciúme e inveja desmedidos, timidez e insegurança excessivas, etc.) que o indivíduo experimenta como algo que se lhe impõe contra vontade e causa sofrimento.

 

Os homossexuais egosintónicos (isto é, bem adaptados e felizes com a sua condição de homossexuais) bem como os activistas mais empenhados na causa GLBT nada devem esperar deste site. Desde já afirmo que não se lhes destina, pois o autor deste site reconhece que é perfeitamente possível ser-se simultaneamente homossexual e feliz, bem adaptado à vida em geral e ter uma existência rica e preenchida. Tudo depende daquilo que o indivíduo está disposto a aceitar em si e a fazer com a sua vida e com aquilo que lhe coube em sorte – isso mesmo, sorte: como já foi dito (e sê-lo-á diversas vezes ao longo do texto), trata-se de um processo, ao que parece, aleatório, indubitavelmente de natureza biológica (provavelmente genética), aquele que está na base da orientação sexual de cada pessoa, no momento da concepção ou durante o período de gestação, nada tendo a ver com factores culturais, educativos, morais ou sociais.

 

Se, no entanto, o leitor se revê na definição do termo egodistónico acima referida; se a mágoa, o desgosto e a revolta são as suas companheiras (quase) diárias; se o sentimento de injustiça lhe perpassa a mente por diversas vezes e não consegue deixar de lamentar aquilo que a natureza, cegamente, lhe reservou para o resto dos seus dias (a não se modificar o actual estado de coisas – esta ressalva é muito importante, pelos motivos que procurarei expor mais adiante), então faz parte do grupo de homossexuais que faria tudo para não o ser e estaria, por conseguinte, disposto a empreender um tratamento ou método de reorientação sexual, seguro e eficaz, de forma livre e espontânea, que o tornasse naquilo que realmente gostaria de ser: um heterossexual! Digo «estaria», pois infelizmente, mesmo que o quisesse, não existe actualmente e que se saiba qualquer método capaz de converter um homossexual num heterossexual. Por enquanto...

Se o leitor sente que, apesar da partida de mau gosto que o destino lhe pregou, não nasceu para ser homossexual e acabar os seus dias como tal (por mais paradoxal que esta afirmação possa parecer, já que acredito sem sombra de dúvida que se trata de uma característica determinada biologicamente) e alimenta a esperança de que a breve prazo se descubram a causa e a cura para esta infelicidade / enfermidade (é como tal que a vejo) para que dela possa beneficiar – e somente para estes, não para os que vivem felizes com a sua condição – então prossiga a leitura destas linhas, pois a esperança é a última a morrer, como diz o ditado popular.

 

 

Artigos científicos relevantes

Imposturas intelectuais

Perguntas e respostas

Pedido pessoal

Nota pessoal

Correspondência

Links

 

 

Estatuto da homossexualidade: variante ou defeito (texto provisório)

 

 

Comentários e sugestões: hugosantos21[at]sapo[dot]pt

 

 

Criado em 25-02-2004

Actualizado em 04-05-2009

 

 

 

 

© 2004-2009 Hugo Santos